11 Dezembro 2009
RIDE
"Levanta daí vai,
que muita coisa ainda virá!
Se é disso que tu gosta
Ajeita essa faca das costas
E dá um sorriso pro povo de lá.
Ninguém ta vendo, viu?
Parou de chorar!
O povo quer riso
Se tem dor no ciso
Trate de arrancar!
Tira essa cara da cara, rapá!
O negócio é cambalhota,
É ter sempre alguém que se amarrota
pro povo vibrar!
Cumpre! Cumpre e não fala.
Ou muge ou se cala
O resto é blá blá.
Ninguém tá ligando
Sicrano, Beltrano
O lance é o sangue,
que espirra pra fora
e não o de dentro
do duro que dá.
Levanta e sorri,
não dá esse mole
pro povo falar
ninguém ri de si
portanto há em ti
o palhaço espelhado
pro povo esmurrar
E em casa sozinho
após o escrutineo
aquele risinho
irá escapar
pequeno e torto
com jeito de morto
mas tão verdadeiro
que, cá pra nós,
nenhum deles
merecerá escutar"
que muita coisa ainda virá!
Se é disso que tu gosta
Ajeita essa faca das costas
E dá um sorriso pro povo de lá.
Ninguém ta vendo, viu?
Parou de chorar!
O povo quer riso
Se tem dor no ciso
Trate de arrancar!
Tira essa cara da cara, rapá!
O negócio é cambalhota,
É ter sempre alguém que se amarrota
pro povo vibrar!
Cumpre! Cumpre e não fala.
Ou muge ou se cala
O resto é blá blá.
Ninguém tá ligando
Sicrano, Beltrano
O lance é o sangue,
que espirra pra fora
e não o de dentro
do duro que dá.
Levanta e sorri,
não dá esse mole
pro povo falar
ninguém ri de si
portanto há em ti
o palhaço espelhado
pro povo esmurrar
E em casa sozinho
após o escrutineo
aquele risinho
irá escapar
pequeno e torto
com jeito de morto
mas tão verdadeiro
que, cá pra nós,
nenhum deles
merecerá escutar"
26 Novembro 2009
Não foi dessa vez
Não foi dessa vez,
ainda não.
Minha pia caiu,
Meu chuveiro parou,
A Micose alastrou,
"Pode ser sarna", disse alguém,
Pouco depois do meu pneu furar
E o step também.
O plano atrasou
O cachorro quase se foi,
Voltou.
Antes que o papo canse,
Vou explicar o lance,
O "q" da questão.
Não uso aquela pia,
E de noite ou de dia,
meu chuveiro a céu aberto
É pura satisfação.
Aquela sarna, ou micose
Era alergia, vê se pode?
Umas manchinhas fajutas
E eu cheio de neurose.
Graxa então, nunca assustou,
Mão na massa é num estalo
Dia seguinte, borracheiro,
Dois pneus novos,
Um na mala e outro no carro.
O plano atrasa, mas cheio de surpresas
chegou tarde como não devia
Trazendo cinco mil certezas
De que a vida é um mistério
Encondido nesse breu
Mas o plano confirmou
Quem acende a luz sou eu!
O cachorro foi demais
Coisa feia, não se faz
No meio da Brasil
Um ganido se ouviu
E depois nada mais
E bolota, o valente
Era baba, soro e dente
Numa mesa de latão
Joga gelo, caga sangue
E hoje o bicho me lambe
E eu quase lambo de volta de tanta satisfação.
Porque se der rasteira eu pulo,
Da voadora eu me abaixo,
E como diria minha vó
Deus é pai, num é padrasto!
Agora eu pergunto:
Já falei pra vocês,
que não foi dessa vez?
Durmam em paz e se quiserem...tentem outra vez.
ainda não.
Minha pia caiu,
Meu chuveiro parou,
A Micose alastrou,
"Pode ser sarna", disse alguém,
Pouco depois do meu pneu furar
E o step também.
O plano atrasou
O cachorro quase se foi,
Voltou.
Antes que o papo canse,
Vou explicar o lance,
O "q" da questão.
Não uso aquela pia,
E de noite ou de dia,
meu chuveiro a céu aberto
É pura satisfação.
Aquela sarna, ou micose
Era alergia, vê se pode?
Umas manchinhas fajutas
E eu cheio de neurose.
Graxa então, nunca assustou,
Mão na massa é num estalo
Dia seguinte, borracheiro,
Dois pneus novos,
Um na mala e outro no carro.
O plano atrasa, mas cheio de surpresas
chegou tarde como não devia
Trazendo cinco mil certezas
De que a vida é um mistério
Encondido nesse breu
Mas o plano confirmou
Quem acende a luz sou eu!
O cachorro foi demais
Coisa feia, não se faz
No meio da Brasil
Um ganido se ouviu
E depois nada mais
E bolota, o valente
Era baba, soro e dente
Numa mesa de latão
Joga gelo, caga sangue
E hoje o bicho me lambe
E eu quase lambo de volta de tanta satisfação.
Porque se der rasteira eu pulo,
Da voadora eu me abaixo,
E como diria minha vó
Deus é pai, num é padrasto!
Agora eu pergunto:
Já falei pra vocês,
que não foi dessa vez?
Durmam em paz e se quiserem...tentem outra vez.
23 Novembro 2009
UM POUCO DE HISTÓRIA
A descoberta da falta de respeito é um pouco mais antiga do que se imagina. A coisa se deu em cerca de 220 milhões de anos, quando uma segunda linhagem de animais voadores apareceram na face na Terra. Os Aerióptus, descendentes do tradicional Pterodáctilo, eram seres grotescos, pesando em média 20 kilos e com uma aparência medonha. As fezes produzidas por ele eram completamente proporcionais à sua descrição, como mostram alguns fósseis encontrados em Pirambá, no interior de Maceió.
Os Aérioptus foram os primeiros seres voadores a evacuarem em céu aberto. O que ocorreu após essa falta de educação, Além da descoberta da falta de respeito, foi que os Tiranossauros se tornaram seres agressivos, os Pterodáctilos desenvolveram o medo ( herança que foi repassada as aves de hoje em dia) e os homens das cavernas tiveram que inventar as armas para cessar os bombardeios de bosta que devastavam aldeias inteiras.
A partir dessa cagada, Deus por sua vez, inventou o termo "fudeu!".
Os Aérioptus foram os primeiros seres voadores a evacuarem em céu aberto. O que ocorreu após essa falta de educação, Além da descoberta da falta de respeito, foi que os Tiranossauros se tornaram seres agressivos, os Pterodáctilos desenvolveram o medo ( herança que foi repassada as aves de hoje em dia) e os homens das cavernas tiveram que inventar as armas para cessar os bombardeios de bosta que devastavam aldeias inteiras.
A partir dessa cagada, Deus por sua vez, inventou o termo "fudeu!".
16 Novembro 2009
PREGUIÇA
Existe aqui dentro uma vontade de preguiça a ponto de criar uma revolução preguiçosa, o que faz com que eu realmente não faça porra nenhuma em relação a isso.
No máximo percebo, o estado de graça, e ainda assim, perceber já me cansa!
Como conclusão é coisa de são, e isso é coisa que somos não, me satisfaço apenas com o que faço, e se rimou foi sem querer.
Porque pra querer, teria então quebrado a regra primeira.E já que rima não é necessária a preguiça que domina dá um foda-se geral....
E temos dito!
DANTAS & DUARTE
No máximo percebo, o estado de graça, e ainda assim, perceber já me cansa!
Como conclusão é coisa de são, e isso é coisa que somos não, me satisfaço apenas com o que faço, e se rimou foi sem querer.
Porque pra querer, teria então quebrado a regra primeira.E já que rima não é necessária a preguiça que domina dá um foda-se geral....
E temos dito!
DANTAS & DUARTE
08 Novembro 2009
CENA DE AMOR Nº 1
Ele subiu com ela até o terraço do prédio.
A vista era incrível, praia de um lado, pequenas casinhas de outro, além dos outros prédios que formavam aquele condomínio luxuoso da Barra da Tijuca.
O terraço era algo em torno de 10 metros acima do último andar, o 26º.
A altura era de dar vertigem.
O papo também.
- E ai Gilberto? Você vai me dizer o motivo da gente vir até aqui ou não?
Estavam sentados na beirada do prédio ha vinte e sete minutos em total silêncio.
- Carla, andei pensando sobre a gente, e acho que preciso de um tempo...
- Um tempo? Mas por que?
- Não tem porque, eu tô confuso, não consigo te tratar como deveria, acho que o problema sou eu...
- Não fal assim, amor, vamos dar um jeito...
- Não tem jeito, Carla, eu preciso sumir, preciso de um tempo.
Dito isso ele se levantou, beijou a testa da menina e partiu pela escada de incêndio.
Carla, que se perdeu assim como ele, naquele momento, ficou de pé, suspirou e se atirou.
O corpo se estatelou nos paralelepipedos do estacionamento, ocupando quase uma vaga inteira.
Hemorragia interna, nem uma gota de sangue derramada.
Os ossos se quebraram por dentro do corpo, transformando Carla num saco de gente esparramado no mormaço.
Ao sair da portaria, Gilberto deu de cara com aquela cena. Aproximou-se e pasou cuidadosamente por cima de Carla.
- Não adianta fazer charminho, Carla, eu preciso de um tempo.
E foi tomar um chopp.
A vista era incrível, praia de um lado, pequenas casinhas de outro, além dos outros prédios que formavam aquele condomínio luxuoso da Barra da Tijuca.
O terraço era algo em torno de 10 metros acima do último andar, o 26º.
A altura era de dar vertigem.
O papo também.
- E ai Gilberto? Você vai me dizer o motivo da gente vir até aqui ou não?
Estavam sentados na beirada do prédio ha vinte e sete minutos em total silêncio.
- Carla, andei pensando sobre a gente, e acho que preciso de um tempo...
- Um tempo? Mas por que?
- Não tem porque, eu tô confuso, não consigo te tratar como deveria, acho que o problema sou eu...
- Não fal assim, amor, vamos dar um jeito...
- Não tem jeito, Carla, eu preciso sumir, preciso de um tempo.
Dito isso ele se levantou, beijou a testa da menina e partiu pela escada de incêndio.
Carla, que se perdeu assim como ele, naquele momento, ficou de pé, suspirou e se atirou.
O corpo se estatelou nos paralelepipedos do estacionamento, ocupando quase uma vaga inteira.
Hemorragia interna, nem uma gota de sangue derramada.
Os ossos se quebraram por dentro do corpo, transformando Carla num saco de gente esparramado no mormaço.
Ao sair da portaria, Gilberto deu de cara com aquela cena. Aproximou-se e pasou cuidadosamente por cima de Carla.
- Não adianta fazer charminho, Carla, eu preciso de um tempo.
E foi tomar um chopp.
22 Outubro 2009
NEUROSES
Ok, para aqueles que ainda me perguntam com olhos assustados " é sério isso? ". Aqui vai a minha lista de neuroses, caso alguém saiba explicar ou apontar a cura.
1 - Medo de bonecas de porcelana. Aquelas com cara branca e boca pequena, só de escrever eu já consigo imaginar uma e começo a pensar que é melhor mudar de papo.
2 - Medo de ET's. Muito embora minha avó, Dona Zylla, afirme categoricamente pertencer à um pequeno planeta perto da segunda estrela depois do Sol ( onde ela é conhecida como Zyllatrón) , ainda sim eu sinto medo.
3 - Nunca começo a ler um livro no ônibus. É uma idiotice, mas eu não suporto a idéia de que alguém pense que eu sou um cara-que-está-tentando-ler-um-livro. Isso fica óbvio, caso eu esteja começando um livro. Portanto livros no ônibus só depois de passar da metade. A mesma regra vale para ficar folheando livros no ônibus. Também não quero ser o cara-que-esta-tentando-ler-um-livro-e-tá-sem-paciência.
4 - Medo de quando falta luz. Não confunda com medo de escuro. Se eu for deixado no escuro com o querido interruptor por perto eu permaneço ali numa boa. O lance é que quando falta luz eu sei que por mais que eu tente acende-la de nada adiantará. Daí vem a mania de me desligar junto com os aparelhos. Faltou luz, eu sento e fecho os olhos.
5 - Andar atrás de alguém com a sombra projetada ao seu lado. Que é quando a gente está andando, o poste de luz está atrás e a nossa sombra ultrapassa a pessoa à frente. Principlamente as velhinhas, me dá uma agonia muito grande estar assustando alguém. O que me faz ter vontade de ir até a pessoa contar que eu sou um cara do bem.
6 - Andar atrás de alguém com a sombra projetada ao seu lado e ir até a pessoa garantir-lhe de que sou um cara do bem. Eu posso levar uma surra, ou ir preso.
7 - Só durmo com os pés molhados. É, nesse caso é só isso mesmo. Pé molhado, eu durmo. Pé seco, não durmo. E fim de papo.
8 - Não pego em copo de vidro seco. Aí é uma quesão daquelas agonis que algumas pessoas têm com unha no quadro negro, ou corda de violão friccionada. No meu caso é o copo...e barulho de isopor em ladrilho.
9 - Quando estou descalço, suo mais do que quando estou calçado. Deve ser algo relacionado o atrito.
10 - Medo de que os animais de estimação estejam entendendo que aquela coisa vergonhosa que você está fazendo é realmenteuma coisa vergonhosa. Mas esse eu acho qu todo mundo têm.
1 - Medo de bonecas de porcelana. Aquelas com cara branca e boca pequena, só de escrever eu já consigo imaginar uma e começo a pensar que é melhor mudar de papo.
2 - Medo de ET's. Muito embora minha avó, Dona Zylla, afirme categoricamente pertencer à um pequeno planeta perto da segunda estrela depois do Sol ( onde ela é conhecida como Zyllatrón) , ainda sim eu sinto medo.
3 - Nunca começo a ler um livro no ônibus. É uma idiotice, mas eu não suporto a idéia de que alguém pense que eu sou um cara-que-está-tentando-ler-um-livro. Isso fica óbvio, caso eu esteja começando um livro. Portanto livros no ônibus só depois de passar da metade. A mesma regra vale para ficar folheando livros no ônibus. Também não quero ser o cara-que-esta-tentando-ler-um-livro-e-tá-sem-paciência.
4 - Medo de quando falta luz. Não confunda com medo de escuro. Se eu for deixado no escuro com o querido interruptor por perto eu permaneço ali numa boa. O lance é que quando falta luz eu sei que por mais que eu tente acende-la de nada adiantará. Daí vem a mania de me desligar junto com os aparelhos. Faltou luz, eu sento e fecho os olhos.
5 - Andar atrás de alguém com a sombra projetada ao seu lado. Que é quando a gente está andando, o poste de luz está atrás e a nossa sombra ultrapassa a pessoa à frente. Principlamente as velhinhas, me dá uma agonia muito grande estar assustando alguém. O que me faz ter vontade de ir até a pessoa contar que eu sou um cara do bem.
6 - Andar atrás de alguém com a sombra projetada ao seu lado e ir até a pessoa garantir-lhe de que sou um cara do bem. Eu posso levar uma surra, ou ir preso.
7 - Só durmo com os pés molhados. É, nesse caso é só isso mesmo. Pé molhado, eu durmo. Pé seco, não durmo. E fim de papo.
8 - Não pego em copo de vidro seco. Aí é uma quesão daquelas agonis que algumas pessoas têm com unha no quadro negro, ou corda de violão friccionada. No meu caso é o copo...e barulho de isopor em ladrilho.
9 - Quando estou descalço, suo mais do que quando estou calçado. Deve ser algo relacionado o atrito.
10 - Medo de que os animais de estimação estejam entendendo que aquela coisa vergonhosa que você está fazendo é realmenteuma coisa vergonhosa. Mas esse eu acho qu todo mundo têm.
07 Outubro 2009
2 REVOLTAS
REVOLTA Nº 1 - Agora os banheiros deram pra fazer tudo sozinho. Acende a luz sozinho. Dá a descarga sozinho. A torneira da pia abre sozinha. O Secador funciona sozinho. É a modernidade à prova. Não fosse o fato que no meio da mijada a luz se apaga e eu preciso sacudir o braço igual um peão boiadeiro pr'ela voltar. A descarga só funciona se você dançar na frente da porra do sensor. A torneira tem um sensor mais sensível ( não, não é redundante ) mas a água nunca dura tempo suficiente pra passar o sabonete e a caralha do secador de mão é um jato de vento quente pra porra que não seca absolutamente nada e só funciona se você der um tipo de "tchau" invertido embaixo dele! Então, caralho, vão usar a modernidade pra curar o cancêr e deixa a porra do banheiro em paz!!!!
REVOLTA Nº 2 - Eu moro no Brasil. Como já diziam a Geografia e o Ben Jor, um país tropical. Então existe esse calorzinho bacana que derrete a gente naturalmente. Daí, algum gênio visitou os países de primeiro mundo e atribuíu o sucesso deles aos ternos, gravatas e sapatos. E resolveu que deveriamos entrar na onda. Então essa revolta é em homenagem a esse gênio desconhecido que fez a cabeça de todo país: ELES USAM ESSAS ROUPAS POR QUE É FRIO, SEU FILHO DA PUTA! POR QUE ELES SE ADAPTARAM AO PRÓPRIO AMBIENTE PRA CRIAR O MAIOR CONFORTO POSSÍVEL PARA SE TRABALHAR DE MANEIRA AGRADÁVEL!!! SEU MERDA!!! POR QUE QUE A GENTE SE DÁ BEM NO FUTEBOL?! POR QUE É SHORT E CAMISETA, PORRA!!! QUE INFERNO!
REVOLTA Nº 2 - Eu moro no Brasil. Como já diziam a Geografia e o Ben Jor, um país tropical. Então existe esse calorzinho bacana que derrete a gente naturalmente. Daí, algum gênio visitou os países de primeiro mundo e atribuíu o sucesso deles aos ternos, gravatas e sapatos. E resolveu que deveriamos entrar na onda. Então essa revolta é em homenagem a esse gênio desconhecido que fez a cabeça de todo país: ELES USAM ESSAS ROUPAS POR QUE É FRIO, SEU FILHO DA PUTA! POR QUE ELES SE ADAPTARAM AO PRÓPRIO AMBIENTE PRA CRIAR O MAIOR CONFORTO POSSÍVEL PARA SE TRABALHAR DE MANEIRA AGRADÁVEL!!! SEU MERDA!!! POR QUE QUE A GENTE SE DÁ BEM NO FUTEBOL?! POR QUE É SHORT E CAMISETA, PORRA!!! QUE INFERNO!
01 Outubro 2009
Quando o corpo cansa,
Começa a dança
E eu não paro.
Não por mim,
Queria assim,
"Aqui eu caio".
Mas por vocês,
crianças da vez,
Meus olhos.
De mochila cheia
Fitando a ceia,
É birra e choro.
Quem foi que disse,
( que idiotice!)
Que eu que mando?
Olho pediu
Corpo assentiu,
"Só mais um pouco."
29 Setembro 2009
"Um brinde aos amigos, esses guerreiros que nos defendem de todo mal. Até mesmo de coisas piores, como colegas, por exemplo."
27 Setembro 2009
24 Setembro 2009
O MEU BLOG É A MELHOR COISA DO MUNDO
Cheguei de mansinho, liguei o computador e de repente as luzes se acenderam. Meu blog, este blog, acordou:
- Isso são horas?
- Eu tava trabalhando...
- Mentira.
- É verdade, eu juro.
- Ahhh que perfeito, agora além de mentir você ainda jura?! Que mais? Vai pedir um raio na cabeça também?
- Não fala assim...
- Pára! Eu já sei de tudo , Emilio.
- Tudo o que?
- Esses textos curtos, essas frases soltas, links de vídeos, você tá muito estranho! pensa que eu não sei?
- Eu não estou entendendo...
- Não adianta querer me agradar, botar contador, me enfeitar com linkizinho pra Twitter, eu já saquei ualé a tua.
- Ok, então vá lá...me diga.
- Você estava com ele.
- Ele quem?
- Não me faça de idiota!
- Com ele quem?! Eu não sei quem é "ele"!
- Ele. O Facebook.
- Ahhh...não acredito...
- Vai negar?
- Ciúmes uma hora dessas?
- Uma hora dessas sim, aliás, a única hora que eu tenho pra estar com você! Engraçado né?
- Baixa a voz. Se acalme e a gente conversa.
- Não tem essa, Emilio. Eu sei que você andou por lá, que lá os links são muitos, é divertido, rápido...é isso que você quer da sua vida né?
- Eu...
- Não precisa dizer nada...eu já passei por muita coisa, afinal vai fazer quatro anos que a gente tá junto, e você quer novidades...
- Não é isso...
- Então é o que?
- Olha, eu sou louco por você. Posso ter ficado ausente por um tempo, mas é de você que eu gosto, e além do mais, com você eu tenho toda a liberdade do mundo...com o Twitter por exemplo, eu sempre quero dizer algo mais e sou podado. O Facebook é legal sim, mas é muito desleixado, vive largando links, palavras e tudo mais por aí...não tem o aconchego e a organização que me faz bem. Você é o que há de melhor pra mim.
- Então prove.
- Como?
- Deixa todo mundo saber!
- Como?!
- Escreve um post com o título " O meu blog é a melhor coisa do mundo"...
- Mas soar como pretensão minha.
- Você não me ama?
- Amo.
- Então?
- Tá bom, tá bom...to postando.
- Tá bom...agora vem deitar.
- Eu só vou passar o link rapidinho no Face...
- Nada de link...vem deitar logo antes que a chapa esquente.
- Ok...boa noite.
- E meu beijo?
- Isso são horas?
- Eu tava trabalhando...
- Mentira.
- É verdade, eu juro.
- Ahhh que perfeito, agora além de mentir você ainda jura?! Que mais? Vai pedir um raio na cabeça também?
- Não fala assim...
- Pára! Eu já sei de tudo , Emilio.
- Tudo o que?
- Esses textos curtos, essas frases soltas, links de vídeos, você tá muito estranho! pensa que eu não sei?
- Eu não estou entendendo...
- Não adianta querer me agradar, botar contador, me enfeitar com linkizinho pra Twitter, eu já saquei ualé a tua.
- Ok, então vá lá...me diga.
- Você estava com ele.
- Ele quem?
- Não me faça de idiota!
- Com ele quem?! Eu não sei quem é "ele"!
- Ele. O Facebook.
- Ahhh...não acredito...
- Vai negar?
- Ciúmes uma hora dessas?
- Uma hora dessas sim, aliás, a única hora que eu tenho pra estar com você! Engraçado né?
- Baixa a voz. Se acalme e a gente conversa.
- Não tem essa, Emilio. Eu sei que você andou por lá, que lá os links são muitos, é divertido, rápido...é isso que você quer da sua vida né?
- Eu...
- Não precisa dizer nada...eu já passei por muita coisa, afinal vai fazer quatro anos que a gente tá junto, e você quer novidades...
- Não é isso...
- Então é o que?
- Olha, eu sou louco por você. Posso ter ficado ausente por um tempo, mas é de você que eu gosto, e além do mais, com você eu tenho toda a liberdade do mundo...com o Twitter por exemplo, eu sempre quero dizer algo mais e sou podado. O Facebook é legal sim, mas é muito desleixado, vive largando links, palavras e tudo mais por aí...não tem o aconchego e a organização que me faz bem. Você é o que há de melhor pra mim.
- Então prove.
- Como?
- Deixa todo mundo saber!
- Como?!
- Escreve um post com o título " O meu blog é a melhor coisa do mundo"...
- Mas soar como pretensão minha.
- Você não me ama?
- Amo.
- Então?
- Tá bom, tá bom...to postando.
- Tá bom...agora vem deitar.
- Eu só vou passar o link rapidinho no Face...
- Nada de link...vem deitar logo antes que a chapa esquente.
- Ok...boa noite.
- E meu beijo?
LER
Gosto de ler porque nos livros, sou eu quem escala o elenco. Já pus em cena de Pacino ( o Al ) ao meu porteiro ( O Antônio ).
Experimente.
Experimente.
21 Setembro 2009
FILHOS DO BRASIL
Algumas fotos do nosso espetáculo FILHOS DO BRASIL, que está em cartaz no Teatro do Jockey toda SEXTA ( 21:30 ), SABADOS ( 21:30 ) E DOMINGOS ( 21:00 ) à preço de banana: 15 pratinhas.
INSTINTO
O velho artista resolveu enfrentar uma sabatina num congresso de estudantes de arte que penavam para descobrir como ele fazia aquilo tão bem.
- Instinto - respondeu ele. - Só faço o que sempre fiz, não pedi para ser aclamado.
Dito isso, um estudante revoltado lhe arremessou um gravador. O velho gritou "Porra!" e foi aplaudido de pé.
- Instinto - respondeu ele. - Só faço o que sempre fiz, não pedi para ser aclamado.
Dito isso, um estudante revoltado lhe arremessou um gravador. O velho gritou "Porra!" e foi aplaudido de pé.
19 Setembro 2009
O CASTELO DE CARTAS
Esta é a estória de Scott Nyggel, um americano de 43 anos que resolveu quebrar o recorde de "maior castelo de cartas de baralho".
Em sua pequena casa, na região metropolitana de Nova Orleans, Scott começou a empreitada. O ano era 2005. E foi assim:
Ele entrou no quarto com uma escada, vedou as janelas, portas e tudo que pudesse dar entrada ao vento. Colocou o cd de Bo Diddley e sua guitarra quadrada pra tocar, abriu uma Guinness, deu o primeiro gole, suspirou e removeu o lacre do primeiro de quatrocentos e doze baralhos Bicycle vermelhos que se transformariam num castelo de dezesseis metros de altura, e formou o primeiro par da base.
Nyggel nunca teve sonhos concretos, desses que as pessoas alcançam ao longo da vida. Dizia que, já que era pra sonhar, que fossem coisas impossíveis, pois o resto era só fazer. Um pensamento bonito até, mas longe de ser a real filosofia de sua vida. Nyggel era assim, conformado com sonhos impossíveis ele nunca tinha uma resposta para a pergunta que muitas vezes ouviu: "O que você se vê fazendo daqui a cinco anos?"
Quando abriu o centésimo baralho, Nyggel parou um pouco pra comemorar. A coisa estava indo bem até ali, e 100 é um número comemorativo. Pensou em abrir outra cerveja, mas para isso teria que abrir a porta, e quem sabe, um vento entraria por ali? Não. Comemorou sozinho com um leve sorriso e uma piscada para o rádio, onde imaginou Bo Diddley sentando, cantando e dizendo "vai nessa, chapa! Demais!". E retomou a obra.
Passou a vida fazendo as coisas que gostava. Tudo pela metade. Tinha objetivos, óbvio. Mas as novas possibilidades enchiam sua cabeça de alegria e mudava o rumo do passo quase que uma vez por mês. Alguns diziam que, no fundo, Scott Nyggel era um homem com medo de voar. Outros apenas curtiam aquela vida vibrante e sonhadora sugando-o aqui e ali. Nyggel ria. Era o que sabia fazer de melhor, e dava de ombros pra tudo.
Depois de 12 horas initerruptas no projeto, Scott desligou o som. Medo que a vibração destruisse seu pequeno sonho que alcançava quatro metros e meio.
A fome deu sinal de vida. Nyggel pensou em parar. Estava suando e cansado. Foi quando viu, em meio a torre, um valete de copas sorrindo sarcasticamente para ele. Não. Não pararia ali. Agora era pra valer e quer saber? Que se foda a fome! Abriu mais um baralho.
Foi sem querer, como todo estalo da vida. Sentado entre putas e fumaça do "House of Blues Bar", Nyggel sacou tudo. Sua vida nunca andou, e caso tenha andado, Nyggel não notou sua mão dizendo "vem comigo". Depois de algumas canecas e muito papo, o barman, Phillip lhe disse:
- Sua vida é como um recreio sem o sinal para voltar pra sala. Na escola, as crianças aprendem a usar suas armas pra viver, no recreio elas treinam os tiros. Um dia, você acaba os estudos e está pronto pra ir para a guerra da vida, e não precisam mais de recreios. Você, meu amigo, ficou no pátio.
No terceiro dia, Scott sentiu a boca seca e tentou adivinhar quantos quilos teria perdido ali. O ar estava gasto, ele respirava com dificuldade e abraçava a fome, a sede e o cansaço como velhos companheiros. De resto era apenas ele e as cartas. Riu ao comparar sua vida àquela torre. Era loucura? Talvez, mas as duas tinham algo em comum, pensou ele, estão subindo! Ali ele soube que não pararia, por nada. A torre completava dez metros.
Naquele dia, Nyggel socou o próprio peito tão forte que seu coração tropeçou.
E começou uma nova contagem de batidas.
"Acorda filho da puta!"
Em casa, se trancou atrás de um objetivo. Trabalhar, casar, ter filhos. Nada lhe conformava. No auge da angústia, lembrou-se de seus sonhos, aqueles impossíveis.
A coisa que mais queria mesmo, era voar. Só assim poderia rir de todos que duvidavam dele.
Precisava escalar uma montanha, matar um tubarão aos socos, encher um rio com cerveja, qualquer absurdo que morresse aos seus pés. Mas já era tarde, não havia montanhas por perto, ele era ruim de briga e não tinha nenhum bar aberto pra comprar cerveja.
Porém, havia urgência. Ligou o rádio e ouviu o locutor contar sobre um novo recorde mundial, uma torre de baralhos de 4, 78 metros, construida por um tal de Bryan Berg.
Era isso.
Mas faria o triplo.
E se trancou com escada e baralhos.
Quando a Torre atingiu os dezesseis metros, Nyggel desceu da escada, parou de frente para o castelo e não moveu um músculo.
Teve vontade de chorar, de dançar, gritar, cantar, beber, gargalhar, explodir, até mesmo de mergulhar por dentro da torre.
Mas Scott não se moveu.
Contemplou os segundos de semelhança entre criador e criatura.
Grandes e frágeis. Os dois se olhavam.
Estava feito.
Scott não abriu a porta, nem as janelas, nada.
Não saiu do quarto nem para telefonar para os auditores que atestariam sua consagração. Nem para pegar a máquina e tirar uma foto. Nem para matar sua sede e fome de sete dias. Nem para dormir a semana que devia ao sono.
Estava morto.
Tonto.
Fora de si.
Mas estava feito.
Naquele 29 de agosto de 2005, minutos após Scott Nyggel se encontrar, uma outra criação, talvez a mando de seu criador, resolveu encontrar-se não só com Scott, mas com toda Nova Orleans.
"O Furacão Katrina foi um grande furacão, uma tempestade tropical que alcançou a categoria 5 da Escala de Furacões de Saffir-Simpson (regredindo a 4 antes de chegar a costa sudeste dos Estados Unidos da América). Os ventos do furacão alcançaram mais de 280 quilômetros por hora, e causaram grandes prejuízos na região litorânea do sul dos Estados Unidos, especialmente em torno da região metropolitana de New Orleans, em 29 de agosto de 2005 onde mais de um milhão de pessoas foram evacuadas. O furacão passou pelo sul da Flórida, causando em torno de dois bilhões de dólares de prejuízo e causando seis mortes diretas. Foi a 11ª tempestade de 2005 a receber nome, sendo o quarto entre os furacões."
O furacão levou o sorriso de Scott Nyggel, junto com o próprio Scott.
Alguns sobreviventes que viram de perto o medonho furacão, contaram a imprensa que em meio ao vento havia um homem voando rodeado de cartas de baralho. E que sua gargalhada era mais alta que qualquer parede se quebrando; qualquer destroço se chocando; qualquer assobio do próprio furacão era pouco perto da risada do homem voador e suas cartas.
Em sua pequena casa, na região metropolitana de Nova Orleans, Scott começou a empreitada. O ano era 2005. E foi assim:
Ele entrou no quarto com uma escada, vedou as janelas, portas e tudo que pudesse dar entrada ao vento. Colocou o cd de Bo Diddley e sua guitarra quadrada pra tocar, abriu uma Guinness, deu o primeiro gole, suspirou e removeu o lacre do primeiro de quatrocentos e doze baralhos Bicycle vermelhos que se transformariam num castelo de dezesseis metros de altura, e formou o primeiro par da base.
Nyggel nunca teve sonhos concretos, desses que as pessoas alcançam ao longo da vida. Dizia que, já que era pra sonhar, que fossem coisas impossíveis, pois o resto era só fazer. Um pensamento bonito até, mas longe de ser a real filosofia de sua vida. Nyggel era assim, conformado com sonhos impossíveis ele nunca tinha uma resposta para a pergunta que muitas vezes ouviu: "O que você se vê fazendo daqui a cinco anos?"
Quando abriu o centésimo baralho, Nyggel parou um pouco pra comemorar. A coisa estava indo bem até ali, e 100 é um número comemorativo. Pensou em abrir outra cerveja, mas para isso teria que abrir a porta, e quem sabe, um vento entraria por ali? Não. Comemorou sozinho com um leve sorriso e uma piscada para o rádio, onde imaginou Bo Diddley sentando, cantando e dizendo "vai nessa, chapa! Demais!". E retomou a obra.
Passou a vida fazendo as coisas que gostava. Tudo pela metade. Tinha objetivos, óbvio. Mas as novas possibilidades enchiam sua cabeça de alegria e mudava o rumo do passo quase que uma vez por mês. Alguns diziam que, no fundo, Scott Nyggel era um homem com medo de voar. Outros apenas curtiam aquela vida vibrante e sonhadora sugando-o aqui e ali. Nyggel ria. Era o que sabia fazer de melhor, e dava de ombros pra tudo.
Depois de 12 horas initerruptas no projeto, Scott desligou o som. Medo que a vibração destruisse seu pequeno sonho que alcançava quatro metros e meio.
A fome deu sinal de vida. Nyggel pensou em parar. Estava suando e cansado. Foi quando viu, em meio a torre, um valete de copas sorrindo sarcasticamente para ele. Não. Não pararia ali. Agora era pra valer e quer saber? Que se foda a fome! Abriu mais um baralho.
Foi sem querer, como todo estalo da vida. Sentado entre putas e fumaça do "House of Blues Bar", Nyggel sacou tudo. Sua vida nunca andou, e caso tenha andado, Nyggel não notou sua mão dizendo "vem comigo". Depois de algumas canecas e muito papo, o barman, Phillip lhe disse:
- Sua vida é como um recreio sem o sinal para voltar pra sala. Na escola, as crianças aprendem a usar suas armas pra viver, no recreio elas treinam os tiros. Um dia, você acaba os estudos e está pronto pra ir para a guerra da vida, e não precisam mais de recreios. Você, meu amigo, ficou no pátio.
No terceiro dia, Scott sentiu a boca seca e tentou adivinhar quantos quilos teria perdido ali. O ar estava gasto, ele respirava com dificuldade e abraçava a fome, a sede e o cansaço como velhos companheiros. De resto era apenas ele e as cartas. Riu ao comparar sua vida àquela torre. Era loucura? Talvez, mas as duas tinham algo em comum, pensou ele, estão subindo! Ali ele soube que não pararia, por nada. A torre completava dez metros.
Naquele dia, Nyggel socou o próprio peito tão forte que seu coração tropeçou.
E começou uma nova contagem de batidas.
"Acorda filho da puta!"
Em casa, se trancou atrás de um objetivo. Trabalhar, casar, ter filhos. Nada lhe conformava. No auge da angústia, lembrou-se de seus sonhos, aqueles impossíveis.
A coisa que mais queria mesmo, era voar. Só assim poderia rir de todos que duvidavam dele.
Precisava escalar uma montanha, matar um tubarão aos socos, encher um rio com cerveja, qualquer absurdo que morresse aos seus pés. Mas já era tarde, não havia montanhas por perto, ele era ruim de briga e não tinha nenhum bar aberto pra comprar cerveja.
Porém, havia urgência. Ligou o rádio e ouviu o locutor contar sobre um novo recorde mundial, uma torre de baralhos de 4, 78 metros, construida por um tal de Bryan Berg.
Era isso.
Mas faria o triplo.
E se trancou com escada e baralhos.
Quando a Torre atingiu os dezesseis metros, Nyggel desceu da escada, parou de frente para o castelo e não moveu um músculo.
Teve vontade de chorar, de dançar, gritar, cantar, beber, gargalhar, explodir, até mesmo de mergulhar por dentro da torre.
Mas Scott não se moveu.
Contemplou os segundos de semelhança entre criador e criatura.
Grandes e frágeis. Os dois se olhavam.
Estava feito.
Scott não abriu a porta, nem as janelas, nada.
Não saiu do quarto nem para telefonar para os auditores que atestariam sua consagração. Nem para pegar a máquina e tirar uma foto. Nem para matar sua sede e fome de sete dias. Nem para dormir a semana que devia ao sono.
Estava morto.
Tonto.
Fora de si.
Mas estava feito.
Naquele 29 de agosto de 2005, minutos após Scott Nyggel se encontrar, uma outra criação, talvez a mando de seu criador, resolveu encontrar-se não só com Scott, mas com toda Nova Orleans.
"O Furacão Katrina foi um grande furacão, uma tempestade tropical que alcançou a categoria 5 da Escala de Furacões de Saffir-Simpson (regredindo a 4 antes de chegar a costa sudeste dos Estados Unidos da América). Os ventos do furacão alcançaram mais de 280 quilômetros por hora, e causaram grandes prejuízos na região litorânea do sul dos Estados Unidos, especialmente em torno da região metropolitana de New Orleans, em 29 de agosto de 2005 onde mais de um milhão de pessoas foram evacuadas. O furacão passou pelo sul da Flórida, causando em torno de dois bilhões de dólares de prejuízo e causando seis mortes diretas. Foi a 11ª tempestade de 2005 a receber nome, sendo o quarto entre os furacões."
O furacão levou o sorriso de Scott Nyggel, junto com o próprio Scott.
Alguns sobreviventes que viram de perto o medonho furacão, contaram a imprensa que em meio ao vento havia um homem voando rodeado de cartas de baralho. E que sua gargalhada era mais alta que qualquer parede se quebrando; qualquer destroço se chocando; qualquer assobio do próprio furacão era pouco perto da risada do homem voador e suas cartas.
17 Setembro 2009
IDEAL
Os dois velhos, na miséria, contavam as moedas coletadas para, quem sabe, comprar o almoço.
- Sabe, Francisco, eu tava pensando em pegar meus diplomas e ir à luta. Eu não aguento mais essa vida. Não tenho mais idade pra fazer muita coisa, mas ainda posso exercer muito do que sei.
- Tá louco, Alfredo!? E os nossos ideais?! E a causa nobre!?
- É né?
- Não podemos abrir mão da causa, Alfredo...
E continuaram contando as moedas calados enquanto os estômagos rugiam.
A causa.
Nenhum dos dois tinham coragem de assumir que há muito tempo a causa fora esquecida.
- Sabe, Francisco, eu tava pensando em pegar meus diplomas e ir à luta. Eu não aguento mais essa vida. Não tenho mais idade pra fazer muita coisa, mas ainda posso exercer muito do que sei.
- Tá louco, Alfredo!? E os nossos ideais?! E a causa nobre!?
- É né?
- Não podemos abrir mão da causa, Alfredo...
E continuaram contando as moedas calados enquanto os estômagos rugiam.
A causa.
Nenhum dos dois tinham coragem de assumir que há muito tempo a causa fora esquecida.
1º VEZ
Sabe, é óbvio que esse vídeo nos traz às gargalhadas ( a cara do pivete é impagavel ).
Mas é impossível não sentir ternura e voltar no tempo para rememorar a sensação incrível da descoberta e todo seu percursso.
Eu ri.
E depois me emocionei. ( a cara do pivete é impagavel ).
Kid Freaks Out on First Roller Coaster Ride - Watch more Funny Videos
Mas é impossível não sentir ternura e voltar no tempo para rememorar a sensação incrível da descoberta e todo seu percursso.
Eu ri.
E depois me emocionei. ( a cara do pivete é impagavel ).
Kid Freaks Out on First Roller Coaster Ride - Watch more Funny Videos
16 Setembro 2009
Assinar:
Postagens (Atom)














